Hábito de escrever

Olá povo. Alguém ainda lê este blogue? Lógico que não. Não há nada de novo por aqui desde muito tempo! Consigo até mesmo ver várias teias de aranhas aqui pelos cantos. Talvez uma ou duas pessoas passem por aqui por acidente. O fato é que eu não imaginava que manter um blog dava tanto trabalho. Em parte, devido a preguiça de escrever mesmo. Existem também outros fatores determinantes como:  vergonha de cometer deslizes gramaticais, falta de tempo e principalmente, falta de assunto. 

Quanto a esse ultimo tópico, decidi representá-lo por meio de um gráfico pizza. Lembra-se deles? Viraram febre em tempos remotos nas redes sociais orkutizadas com temas como "vontade de cagar: em casa (1%); na casa da namorada (99%)". Era legal e você dava risada, vai.







A partir de hoje, vou procurar atualizar essa porra mais frequentemente (frequentemente não tem mais trema, corretor idiota). Não pelos meus leitores que nem sei se existem, e sim porque gosto mesmo de escrever. Quando ficava entediado, costumava pegar uma folha de caderno e escrever sobre variados assuntos. Eu sempre dava um fim definitivo nessas folhar, graças a Odin. Estou aprimorando aos poucos minhas técnicas redacionistas (essa palavra existe? se não existe passou a existir agora). Vai ser bem mais correria do que antes, uma vez que o vestibular já tá atravessando a rua e daqui a pouco estará batendo nossas portas, e a quantidade de conteúdo a ser estudado é enorme. É isso aí. Vamo que vamo.

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Sobre o caso Yoki

Nos últimos dias, não se falou de outra coisa a não ser o caso Yoki, não é mesmo? Pra você que habitava outro planeta nessas últimas semanas, um resumo rápido: mulher mata marido, esquarteja, joga os restos mortais na beira da estrada. Fim.


Acontece que não era um marido qualquer, era o diretor da Yoki (aquela empresa que faz sua pipoca de microondas) Marcos Matsunaga, e na minha humilde opinião, a morte do cara foi anunciada, pelo simples fato de ele ser um grandíssimo filho de uma gueixa.

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Minha opinião sobre a novela Rebeldes, da Record

Postado originalmente no meu antigo blog.


Desde que Star Wars fez um sucesso estrondoso entre os adolescentes nos anos 80, a indústria do entretenimento percebeu que era lucrativo investir nesse segmento. Desde então, surgiram vários filmes e várias séries direcionadas à este público, com assuntos que variam desde aventuras heróicas a comédias românticas que só tinham possibilidade de existir na cabeça dos diretores.

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[resenha de livro] A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón

Nesta semana eu li, de novo, A Sombra do Vento.



A Sombra do Vento é uma das obras mais incríveis que eu já tive o prazer de ler na vida. É um livro simplesmente fantástico. Sabe aquele livro que você termina de ler e fica a semana inteira pensando na história? É esse. E o que faz a história ser tão fascinante? Tudo. Os personagens, o enredo (uma mistura perfeita de humor, aventura, suspense, romance), os cenários - as descrições são tão profundas que você pode nunca ter ido a Barcelona (como é o meu caso) e você consegue ver-se na cidade - enfim, é impressionante. 

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Uma das pessoas mais chatas que eu já tive o desprazer de interagir.

Sabe quando há aquele ser humano que de alguma forma consegue te irritar, te dar a raiva digna de exterminar a humanidade?

Então. Meio que há uma pessoa, da qual chamarei de Mineirinho, que eu tenho o descontentamento de encontrar todos os dias às 6:35. O Mineirinho consegue ser mais desagradável do que encoxar a vó no tanque.

Eu sou insuportável quando estou sóbrio, imagina então o que sou quando eu acordo e tenho de ir pra escola naquele frio - que é semelhante ao pólo norte-, sentindo um sono dos infernos e com vontade de não existir.

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Facebook

Lembro-me até hoje de quando comecei a usar o facebook. Mentira, não lembro não. Na verdade eu descobri graças à essa linha do tempo maldita que eu comecei a usa-lo no dia 25 de abril de 2009, um sábado, exatamente as 14:32. Incrível né? Eu nem sei o porquê de ter criado uma conta nesse site nessa época. Eu lembro que eu tinha dois amigos apenas, um nerd que estudava comigo que era sempre antecipado em relação as novidades e um cara que eu conheci no orkut, e só. Se fosse comparado à uma cidade, o facebook seria aquelas vilazinhas de velho oeste, com um cavalo solitário a comer no cocho  e um rolinho de feno deixando-se levar pelo vento. O lugar era um tédio, e só. Mas isso no Brasil, claro. No exterior, o facebook já bombava fazia tempo, e já estava até virando filme. Por aqui a galera ainda preferia usar o bom e velho orkut, que se tornou ao longo dos anos um eterno churrasco na laje.


Agora sério, eu não faço ideia de quando exatamente o site começou a bombar por terras tupiniquins. Deve ter sido após o lançamento do filme A Rede Social, só pode. No início, foi legal pra caramba, afinal o que antes era uma rede social chata pra caralho lotada se solicitações pra Cityville e outros aplicativos do inferno, começou a virar uma rede social movimentada, com a galera postando atualizações bacanas. Entretanto, a alegria durou pouco, porque cagaram no site. Cagaram, vomitaram, e eu não tenho mais palavras de baixo calão suficientes pra descrever o que fizeram por lá. Eu não sou nada contra a popularização do facebook, nem de nenhuma outra rede social, muito pelo contrário. É legal entrar no site e encontrar amigos seus postando as fotos da viajem, outras pessoas escrevendo coisas legais, enfim, coias que você encontra em uma rede social decente. Acontece que eu faço login no site e ao invés de encontrar esse tipo de coisa, tudo o que eu encontro são piadinhas nojentas, fotos de animais mutilados, frasezinhas românticas, coisas do tipo "curtir versus compartilhar", piadinhas de futebol, fotos de esmalte, de blusa do bob esponja, enfim, você já deve ter entendido. TÁ UMA MERDA, CARALHO!

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Coisas que eu farei após passar no vestibular

Assim como a maioria dos adolescentes, uma das coisas que mais vêm me preocupando ultimamente é a proximidade com o vestibular. O vestibular, pra você que é de outro planeta, é "uma prova de aferição dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental e médio, sendo o principal meio de acesso ao ensino superior no Brasil" (roubei a definição da Wikipédia). Resumindo: o vestibular é essa prova criada pelo capeta para punir os adolescentes pelas merdas que eles fazem a qual somos submetidos se almejarmos entrar em uma universidade minimamente decente. Vestibulares geralmente são as causas mais comuns de insônias, crises nervosas, chiliques e suicídios entre os jovens. A prova é por definição dificílima para a maioria - dependendo da universidade - e como se já não bastasse esse pequeno fator, ainda tem a pressão dos pais ("como assim você não passou? Quer dizer que todos esses anos nos quais investimos na sua educação foram em vão? O que você pensa em fazer da vida? Virar vagabundo?") a pressão dos amigos ("cara, ficou sabendo? O fulano não passou, mano! Se fodeu") e principalmente, o pior fator de todos sem dúvida: os comentário dos terceiros ("fulano não passou sabia? Que irresponsabilidade! O que esse garoto faz da vida a não ser estudar?"). 


Com toda essa pressão, é normal que o assunto não saia da minha cabeça. Fazendo uma comparação, a sua vaga na universidade é como um pneu, e você aí estudando para o vestibular, é como um cãozinho correndo atrás do pneu. Mas e se por acaso o carro parar? E se por acaso você consiga finalmente passar no vestibular? Qual será o sentido da vida? O que você fará a partir de agora? Pensando nisso, acabei bolando uma lista de coisas que eu farei após passar no maldito vestibular. Eu sei que a lista é meio surreal e que provavelmente nada do que eu falar aqui concretize-se de fato, mas sonhar é de graça, então me deixa, porra! Segue logo essa lista aí.

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